29/01/2026
Hoje, 29 de janeiro, é celebrado o Dia Nacional da Visibilidade de Pessoas Trans e Travestis, uma data celebrada desde 2004, por iniciativa do Ministério da Saúde, portanto, a 21 anos.
Se celebramos essa data nos últimos 20 anos, com conquistas expressivas, há dados que nos envergonham como brasileiros. Entre 2008 e 2023, o Brasil liderou o ranking de homicídios que tiveram pessoas trans como vítimas.
Particularmente, aquelas que assumem sua identidade e cometem o “abuso” de viver de acordo com o modo como se sentem. O que, para alguns, ou, infelizmente, para muitos, não é o exercício de um direito, mas um insulto aos seus valores individuais, que deve ser devidamente reprimido.
Desde 2004, muitas conquistas foram alcançadas, como a permissão às pessoas trans de usar o nome social em documentos e até concursos públicos, assim como a requalificação civil, com mudança do gênero na certidão de nascimento e outros documentos.
Outras tantas conquistas vieram, como o direito à cirurgia transgênero no SUS, mas não, pelo menos ainda, o direito a viver em paz. Porque conquistas institucionais podem vir por decreto, mas a paz e o respeito à diversidade só vêm com uma profunda transformação cultural.
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